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terça-feira, 31 de julho de 2012

Problemas respiratórios são mais frequentes neste período do ano, devido as variações climáticas da estação. Trate estes problemas com Enro Flec:

domingo, 29 de julho de 2012

Problemas relacionados à "odontologia" veterinária" em pássaros.

Odontologia em Aves 1
Estudos dos problemas odontológicos já ocorrem desde os tempos antigos (384 a.c. Aristóteles).
Assim, verificamos que o interesse pela odontologia em animais é tão antigo quanto o interesse pela própria medicina em animais.
Com Relação às aves mantidas em cativeiro, seja em zoológico, criadouros e parques ecológicos e os animais silvestres em geral, a ciência médica veterinária é indispensável para a manutenção da saúde desses animais.

Em relação à cavidade oral, entretanto, os cuidados médicos veterinários foram, durante muito tempo, negligenciados, apesar do bico ser o início do aparelho digestivo da ave e estrutura fundamental à sanidade geral do animal. É uma região anatômica de características únicas, no qual o diagnóstico de enfermidade pode, com grande freqüência, ser identificados em seus estágios iniciais, antes que o paciente esteja enfraquecido pela desnutrição provocada pela anorexia.

As aves têm particularidades anatômicas e sua boca é de estrutura óssea recoberta por tecido córneo, semelhante às unhas dos cães, e também possuem particularidades fisiológicas, pois a forma do bico é determinada pelo tipo de dieta da ave.

Vejamos alguns problemas orais encontradas em aves de cativeiro:

Crescimento excessivo do bico
-Deformidades congênitas
-Problemas nutricionais
-Problemas parasitários
-Sarna Knemodocoptes ssp

Veja a foto abaixo:



Fraturas
Correção mediante procedimentos ortopédicos especiais e mudanças de hábitos alimentares:

As lesões traumáticas são comuns em aves cativas.
As fraturas de face e bico são graves e podem comprometer a capacidade da ave de se alimentar satisfatoriamente. Fraturas no bico são normalmente de difícil resolução e requerem técnicas especializadas de correção. Aves com fraturas e deformidades no bico podem se adaptar à nova condição e passar a alimentar-se satisfatoriamente com o defeito. Para essas aves, pode ser necessário fornecer alimentos amolecidos ou em pedaços que favoreçam a apreensão e ingestão.

Hipovitaminose A
Alta incidência de abscessos em toda a cavidade oral da ave (palato, glote e língua):

A deficiência de vitamina-A é comum em aves mantidas com alimentação não balanceada, principalmente aves com dietas a base de sementes e frutas. Os sinais clínicos são sinusite, infecções respiratórias, placas nodulares brancas na cavidade oral (diferenciar de candidíase).

Singamose: Parasitose de aves causada pelo Syngamus tracheae que provoca dificuldade respiratória e podemos até visualizar os parasitas na cavidade oral.

Tricomoníase: Causa placas caseosas amareladas na cavidade oral, língua, faringe, esôfago, papo e cloaca. A ave fica apática, anorética, com dificuldade respiratória e diarréia.

Bouba: Enfermidade causada pelo Poxvirus avium que atinge as aves, causando lesões proliferativas no bico, pálpebras e cavidade oral, com interferência no processo alimentar e morte por sufocação.

Candidíase: Caracteriza-se por aparecimento de membranas brancas e aveludadas na cavidade oral das aves, provoca diarréia e emagrecimento.

Tratamentos odontológicos em pássaros é um procedimento veterinário que vem crescendo a cada dia, mas que deve ser parte integrante de um programa geral de cuidados com a saúde das aves, visando a detecção precoce dos problemas e eliminação das causas de futuras condições patológicas.

A seguir, algumas imagens de problemas relacionados a odontologia em pássaros:

Espero que tenham gostado do artigo!!

Até a próxima!!

A Lipidose hepática, também conhecida como esteatose hepática, fígado gorduroso ou degeneração gordurosa é muito comum nos psitasídeos cativos, especialmente papagaios do gênero Amazona.

A Lipidose hepática, também conhecida como esteatose hepática, fígado gorduroso ou degeneração gordurosa é muito comum nos psitasídeos cativos, especialmente papagaios do gênero Amazona. Esta doença tem sido descrita em outras aves ornamentais e suas causa são inúmeras, dentre elas, podemos citar: desnutrição, anemia crônica, obesidade, toxinas provenientes de bactérias ou de agentes  químicos inalados ou ingeridos. Particularmente nos psitasídeos a doença está geralmente relacionada a obesidade e consequentemente a fatores nutricionais e metabólicos.

A obesidade ocorre quando a energia consumida excede a energia dependida por um longo período, sendo um problema nutricional muito comum nas aves cativas.

Na maioria dos casos, resulta do excesso de alimentos calóricos ( como as sementes oleosas) e pela pouca atividade física. Além da infiltração gordurosa no fígado, pode ocorrer secundariamente infertilidade, doença no sistema reprodutivo, anormalidades do sistema músculo-esquelético (artrite, pododermatite plantar), ruptura do ligamento cruzado, hipertensão e disfunção cardiovascular, aterosclerose, pancreatite necrótica aguda, diabetes mellitus, lipomas, disfunção da tireóide, má absorção gastrintestinal e deficiências nutricionais, especialmente de vitaminas lipossolúveis e cálcio.

Os sinais clínicos são anorexia, regurgitação (vômito) ,depressão e diarréia, mas frequentemente permanecem subclínicos até o óbito.
Portanto os criadores devem estar sempre atentos ao tipo de alimento que é oferecido as suas aves, pois, além da obesidade , muitas vezes  seus reprodutores não alcançam o número de filhotes esperado ou não há fertilidade entre os casas em conseqüência deste problema tão freqüente e tão pouco diagnosticado.
Orientamos a todos que, como trata-se de uma doença metabólica e com diagnóstico baseado principalmente em lesões necroscópicas, pedimos que todas as aves que vem à óbito nas criações sejam examinadas por um profissional veterinário, para que as devidas avaliações e orientações sejam prescritas.
Até a próxima!

Nesse artigo você confere como o jiló tem se tornado uma grande polêmica no meio dos criadores.

Olá pessoal, hoje vou falar sobre o jiló, esse pequeno legume que tem dado o que falar entre os criadores.

Vejamos um breve histórico sobre a origem do jiló.

O jiló (Solanum gilo Raddi) tem sua provável origem no continente africano, sendo muito cultivado no Brasil. Geralmente considerado como um legume, o jiló é na realidade o fruto de uma planta da família das solanáceas, tal como a berinjela. O Jiló é rico em Vitamina A, B, C, Cálcio, Fósforo, Ferro além de ser uma razoável fonte de carboidratos e proteínas.

Veja alguns tipos de jiló:
Para fazermos uma boa análise sobre o assunto, perguntei a vários criadores sobre o jiló, e muitos me informaram que não oferecem o jiló a seus pássaros. Porém outros informaram que ofereciam periodicamente o jiló, ou seja 50% dos criadores que perguntei oferecem jiló e outros 50% não oferecem. Mas a pergunta que não quer calar é.

Podemos oferecer o jiló aos pássaros sem qualquer restrição?

Vejamos os seguintes aspectos.

Como vimos o jiló é rico em vitaminas A, B, C, Ferro, Cálcio, Fósforo contém quantidades razoáveis de carboidratos e proteínas. Porém temos que nos atentar ao detalhe do cultivo do produto. Muitos dos agricultores que cultivam esse legume utilizam fertilizantes e inseticidas muitas vezes em alta quantidade, para proteger o produto de pragas e assim aumentar a resistência do produto.

Existem agricultores que cultivam o jiló de forma orgânica ou natural, sem uso de inseticidas ou fertilizante, obtendo um produto totalmente natural. Porém a produção desse tipo de jiló é certamente menor e mais difícil de se encontrar no mercado.

O criador deve analisar a procedência do produto; saber a procedência é a chave para saber se é bom ou não oferecer o jiló a seu pássaro.

Os criadores que não oferecem jiló a seus pássaros, afirmam que as aves gostam muito do jiló, porém acabam deixando de comer as rações e sementes necessárias e com maior teor de vitaminas e proteínas, para se fartarem das poucas vitaminas contidas no jiló, sendo assim deixando de comer o que proporciona maior saúde. Outro fato interessante que os criadores dizem, é que o pássaro fica de maneira viciado no jiló, não querendo assim comer outros tipos de alimentos.

Os criadores que oferecem o jiló a seus pássaros, afirmam não ter nenhum problema com suas aves, oferecem o jiló periodicamente sem nenhuma restrição, e afirmam que seus pássaros estão saudáveis e sem nenhum problema de saúde.

Se 50% dos criadores dizem que o jiló não é bom e outros 50% dizem que é bom, em quem acreditar?

A resposta é simples, temos que avaliar as seguintes características:

• Procedência do produto
• Freqüência e quantidade oferecidas
• Estado físico do produto

A procedência do produto: Verifique sempre a procedência do jiló, verifique se o jiló foi cultivado com algum tipo de inseticida ou fertilizante nocivo à saúde, lembre-se que o pássaro é uma ave de pequeno porte, sendo assim se o produto possuir a presença desse tipo de defensivo, mesmo oferecido em pouca quantidade pode fazer mal, levando até ao óbito do pássaro.

A Freqüência e a quantidade oferecidas: Saber dosar a quantidade oferecida é a chave para não ocasionar problemas de saúde ao pássaro, nunca oferecer o jiló diariamente, pois a ave pode ficar viciada e assim deixar de comer outros alimentos importantes para a saúde dela. A freqüência deve ser a mínima possível 1 ou 2 vezes por semana e em quantidades pequenas, limitadas a meio jiló ou seja 1 jiló por semana para cada pássaro.

Estado físico do produto: Verifique sempre se o jiló esta com bom aspecto físico, sempre dê preferência ao jiló orgânico, aquele que não contém defensivos agrícolas, porém deve-se prestar atenção na coloração, tamanho e na consistência do legume, oferecer sempre um jiló bem verde, de tamanho médio e de consistência bem firme, jiló murcho não é bom sinal, podendo fazer mal ao pássaro.

Como vimos as dicas são bem fáceis de seguir, porém cada criador utiliza uma maneira de oferecer o jiló, isso é algo que não podemos influenciar, o que quero alertar com esse artigo, é que muitos criadores oferecem em excesso, trazendo assim maus hábitos as aves. Deixar de dar esse legume não levará o pássaro a ter nenhuma carência de vitaminas e proteínas, pois elas são encontradas em outros alimentos que oferecemos sempre a eles.

Espero que esse artigo ajude você a melhorar a qualidade de vida de seus pássaros.

Espero que tenham gostado e até a próxima!

Alimentação correta: O que pode ou não dar para as aves

É um alimento balanceado e completo. Dispensa o uso de vitaminas e suplementos quando a ave não apresenta deficiência de algum nutriente.

O excesso é pior do que a falta. Não dê vitaminas e suplementos sem indicação médica.



O que eu não posso dar?
Abacate. Existe um tipo que mata psitacídeos, por via das dúvidas, não dê tipo algum.

Maçã com semente. A semente tem toxina que em grande quantidade pode matar a ave.

Alface, acelga e outras folhas claras. Causa diarreia. Dê sempre preferência para folhas escuras.

Ovo. Ofereça farinhada. Sua ave correrá menos risco de contrair Salmonela.

Mix de sementes. Elas são muito ricas em gorduras e pobres em proteínas, vitaminas e carboidratos, além do fato de poder conter toxinas que são altamente prejudiciais a saúde da ave.

Todas as outras coisas que nós comemos: pão, torrada, biscoito, bolacha, suco artificial, arroz, feijão, leite, café, chocolate, refrigerante, cerveja, etc.

E se a ave está acostumada a comer só o mix de semente?
Comece assim:
1ª semana: 75% semente – 25% ração
2ª semana: 50% semente – 50% ração
3ª semana: 25% semente – 75% ração
4ª semana: 100% ração

Obs. No caso de aves mansas, as sementes devem ser usadas somente como um brinde ou recompensa.

O que a ave pode beber?
Água mineral. Evite água corrente, pois contém cloro.
Se tiver ave doméstica e ela não aceitar frutas, pode oferecer suco natural algumas vezes por semana.


Importante:

Evite exageros.

Ofereça uma grande variedade de frutas, legumes e verduras para complementar a ração.

Alimentos naturais sempre bem lavados, picados, frescos e crus.

Ofereça sempre pela manhã e retire próximo do horário do almoço. Se deixar as frutas ou legumes expostos o dia todo, pode apodrecer e juntar insetos indesejáveis.